Autor: RAFeCT

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É publicado o livro “WhatsApp in the World: Disinformation, Encryption, and Extreme Speech”, que conta com capítulo de Carolina Parreiras

O livro “WhatsApp in the World: Disinformation, Encryption, and Extreme Speech” foi publicado pela NYUPress e já está disponível. Organizado por Sahana Udupa, antropóloga de mídia e professora na Universidade Luís Maximiliano de Munique, na Alemanha, e Herman Wasserman, professor de Jornalismo e chefe do Departamento de Jornalismo da Universidade Stellenbosch, na África do Sul, o livro conta com um capítulo escrito por Carolina Parreira,  pesquisadora do departamento de Antropologia da USP e integrante da RAFeCT. “WhatsApp in the World: Disinformation, Encryption, and Extreme Speech” é uma coletânea com estudos de campo e visões multidisciplinares sobre o impacto global do WhatsApp. O livro analisa como a promessa de privacidade pela criptografia — o que os autores chamam de “lived encryptions” — colide com realidades como vigilância estatal, disseminação de desinformação e propaganda política, especialmente em grupos fechados. Com contribuições de especialistas e profissionais de fact‑checking, a obra investiga como este meio de comunicação instantânea molda ecossistemas de discurso extremo e desinformação em diversas regiões.  No capítulo de autoria de Carolina Parreiras, intitulado “Extreme Speech, Community Resonance, and Moralities: Ethnographic Notes on the Use of Whatsapp in Brazilian Favelas”, a autora analisa o WhatsApp como uma plataforma que ultrapassa seu uso como simples aplicativo de mensagens, tornando-se parte integrante da vida cotidiana — especialmente no Brasil, onde o app é central nas interações sociais e comerciais. O capítulo ainda aborda como essa onipresença do app permite revisitar metodologias etnográficas — configurando o WhatsApp tanto como campo de pesquisa quanto ferramenta para estabelecer intimidade com interlocutores — e levanta questões teórico‑metodológicas e éticas sobre as novas formas de intimidade e relações de pesquisa suscitadas por seu uso. Para ler o livro e o capítulo de Carolina Parreiras, você pode comprar o livro ou baixar gratuitamente a versão online acessando o site da editora.

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Eliane Sebeika Rapchan e Catarina Casanova coordenam painel na APA 2025

O congresso da APA, a Associação Portuguesa de Antropologia, contará com o painel online “The new ontological turn: entanglements, multi-species anthropology and the end of human exceptionalism in social sciences”, coordenado por Catarina Casanova e Eliane Sebeika Rapchan, integrante da RAFeCT.  O IX Congresso da APA acontecerá de 14 a 18 de julho de 2025 no Instituto Politécnico de Viana do Castelo, na cidade de Viana do Castelo, Portugal. O encontro também contará com atividades online. Saiba mais no site do evento: https://apa2025.eventqualia.net/pt/inicio/

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Labirinto e RAFeCT promovem evento online sobre blogs e ciência

Evento online: Blogs, Ciências e Socioantropologias 🗓 Quinta-feira, 12 de Junho de 2025 🕑 18:30–20:30 (horário de Brasília) 📍 Local: link para o Google Meets   Temos o prazer de anunciar um evento online, “ Blogs, Ciências e Socioantropologias”, organizado conjuntamente pelo Labirinto (Laboratório de estudos socioantropológicos sobre tecnologias da vida, NUDECRI – Unicamp) e pela RAFeCT (Rede Latinoamericana de Antropologia Feminista das Ciências e Tecnologias). Esta mesa online reúne pesquisadores que mantêm blogs como parte de seus trabalhos de pesquisa, ensino, extensão e comunicação, e tem como objetivo discutir a utilização desta ferramenta em ambientes acadêmicos.   Por meio de apresentações rápidas (10 minutos cada), cinco palestrantes, da Unicamp e da Universidade de Toronto, compartilharão suas experiências com a manutenção de blogs e as potências e limitações do uso dessa ferramenta para auxiliar a produção de conhecimento científico.  O evento enfatizará a importância de criar e manter espaços de maior liberdade criativa para comunicação científica, bem como estratégias para editoração de blogs e para a criação, salvaguarda e recuperação da memória de grupos de pesquisa e laboratório em época de sobrecarga informacional e efemeridade das informações em redes sociais. Convidamos com alegria pesquisadores, estudantes e profissionais a se juntarem a nós neste espaço colaborativo de reflexão, compartilhamento de estratégias e aprendizado mútuo. Evento bilíngue português-inglês.   Participantes: Kim Fernandes é pesquisadora de pós-doutorado na Faculdade de Informação da Universidade de Toronto. Como pesquisadora, escritora e educadora, sua obra recente situa-se nas interseções entre deficiência, dados e tecnologia. Editora-chefe da Platypus, um blog interdisciplinar na CASTAC. Ana Arnt é professora de Biologia, Livre Docente no Departamento de Genética, Evolução, Microbiologia e Imunologia, do Instituto de Biologia da Unicamp. Coordena o Blogs de Ciência da Unicamp, é nerd, feminista e pesquisa sobre como a genética fala sobre seres humanos em diversos espaços de produção do conhecimento científico. Thais Lassali é divulgadora científica e doutora em Antropologia Social pela UNICAMP. Dentre seus interesses estão os estudos de internet, digitais e sobre novas mídias. Atualmente, é editora-chefe do Blog do GEICT. Pedro P. Ferreira é docente do Departamento de Sociologia do IFCH/Unicamp e coordenador do Laboratório de Sociologia dos Processos de Associação (LaSPA), onde mantém um blog. Clarissa Reche é doutora em Ciências Sociais (IFCH-Unicamp), designer e bolsista em jornalismo científico (FAPESP). Trabalha na fronteira entre arte e ciência, dialogando com teorias feministas, decoloniais e anticapitalistas. Editora no blog do Labirinto e da RAFeCT.

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Confira as últimas atividades das integrantes da RAFeCT (2a. semana de Junho, 2025)

Confira abaixo as últimas atividades das integrantes da RAFeCT! Taller Teórico “Antropología e interseccionalidades”, por Dra. Luciene Dias (12 de junio – 3 de julio) Publicación del libro “Aborto y misoprostol. Historia de una pastilla” de Natacha Mateo Conheça a disciplina “Antropologia da ciência”, oferecida pela prof. Dra. Soraya Fleischer no PPGAS da UnB Débora Allebrandt participa do II Colóquio da Rede Anthera com atividades sobre tecnologias e políticas reprodutivas 33rd International Association for Feminist Economics (IAFFE) Annual Conference terá a participação de Catarina Morawska ESOCITE e ANPOCS estão com inscrições abertas para apresentação de trabalhos! Confira os GTs coordenados por pesquisadoras da RAFeCT 11 de junho de 2025  

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ESOCITE e ANPOCS estão com inscrições abertas para apresentação de trabalhos! Confira os GTs coordenados por pesquisadoras da RAFeCT.

No segundo semestre de 2025 teremos uma série de eventos acadêmicos que interessam ao nosso campo, como a RAM (04 a 08 de Agosto, UFBA, Salvador, BA), a ESOCITE.BR (17 a 19 de setembro, UFPA, Belém, PA), a REaCT (6 a 10 de outubro, UERJ, Rio de Janeiro, RJ), e a ANPOCS (15 a 24 de outubro, UNICAMP, Campinas, SP). A ESOCITE e a ANPOCS estão com inscrições abertas para apresentação de trabalhos. Confira abaixo os GTs coordenados por pesquisadoras da RAFeCT.   ESOCITE.BR, inscrição pelo site do encontro até dia 23/06   GT02 – A Indissocialidade Entre Ensino, Pesquisa e Extensão: desafios e experiências na Amazônia Coordenadoras: Lana Claudia Macedo da Silva (Universidade do Estado do Pará), Rachel de Oliveira Abreu (UEPA), Daniela Tonelli Manica (Labjor / Unicamp) O Objetivo deste Grupo Temático é fomentar discussões e arregimentar estudos, teóricos e/ou empíricos, que versem sobre propostas pautadas nas aproximações e interfaces entre o fazer pedagógico, o científico e práticas extensionistas, estimulando a apresentação de experiências em andamento ou finalizadas. Desde a década de 1960, a indissociabilidade dessas atividades constitui-se tema de destaque a partir da organização dos movimentos estudantis, passando pela reorganização dos movimentos sociais dos anos de 1970. Como resultado da luta de professores, estudantes e setores progressistas da sociedade civil, a extensão foi incluída dentre as demais atividades-fim das universidades no artigo 207 da Constituição Federal de 1988. O PIBID, enquanto programa de formação inicial de professores, deve ser concebido de forma a incluir não apenas práticas pedagógicas, mas também reflexões teóricas que dialoguem com a pesquisa acadêmica e com as necessidades das comunidades atendidas, para assim alcançar de fato a extensão, que muitas vezes é vista erroneamente como uma atividade secundária em relação ao ensino e à pesquisa. São bem vindos trabalhos nas áreas da antropologia, sociologia e educação acerca do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), Estágio curricular e Extensão Universitária, que apresentem os desafios enfrentados, problematizem e sistematizem as experiências desenvolvidas. Privilegiamos trabalhos que discutam os principais desafios enfrentados nas experiências de curricularização da extensão e de implementação desse preceito constitucional, como por exemplo: a dificuldade em integrar efetivamente ensino, pesquisa e extensão de maneira que cada um desses elementos complemente e fortaleça os outros; as experiências de levar a teoria para a prática, desenvolvendo projetos de pesquisa que respondam a demandas sociais concretas; dificuldades e problemas no envolvimento de alunos e professores em projetos de extensão como campo de pesquisa e de formação docente; violências e preconceitos enfrentados por bolsistas e pesquisadores em suas experiências de diálogo entre o conhecimento acadêmico e suas ações para fora da universidade.   GT12 – Estudos para a internet: teoria, métodos e ética Coordenadoras e debatedoras: Carolina Parreiras (USP), Lorena Mochel (UFRRJ) Este GT tem como objetivo promover, a partir de uma visão interdisciplinar, a intersecção entre o campo dos estudos para a internet (Hine, 2015) e dos estudos de ciência, tecnologia e sociedade, buscando trabalhos que se proponham a discutir questões em torno da internet e dos processos de digitalização. Neste sentido, parte de uma perspectiva sociotécnica, com interesse tanto nos usos da internet e das tecnologias digitais quanto nos modos de desenvolvimento destas tecnologias, em suas bases técnicas. Assim, em um momento em que muito se fala sobre plataformização e datificação da vida, este GT propõe uma visão crítica que busca entendimentos mais detidos destes processos, especialmente a partir de um olhar sensível aos contextos políticos e econômicos mais amplos. Do mesmo modo, está interessado tanto em trabalhos que tragam discussões baseadas em pesquisas empíricas quanto em reflexões teóricas e metodológicas – etnografia, mixed methods, métodos digitais, web scraping, mining etc – mais gerais. A partir de análises sobre usos cotidianos do digital, interessa-nos combinações com abordagens socioantropológicas que envolvam um olhar para diferenças raciais, de gênero, classe e outros marcadores sociais que moldam esses usos. O GT busca, ainda, promover diálogos com pesquisas atentas às questões éticas que envolvem a circulação de imagens e sons digitais no trabalho de campo, considerando riscos e contingências envolvidas na posicionalidade de quem pesquisa. Consideramos bem-vindas contribuições sobre estratégias de enfrentamento às desigualdades sociais, cujas abordagens conjuntas sobre violências ocasionadas por performances algorítmicas que movimentam políticas excludentes nas redes possam ampliar olhares sobre reconfigurações da intimidade, da memória e dos projetos de futuro na vida plataformizada.   ——–   ANPOCS, inscrições pelo site do encontro até dia 24/06   GT61. Pesquisa social com mídias e plataformas digitais: desafios teóricos, éticos e metodológicos (Grupo de trabalho presencial) Coordenadoras: Lara Roberta Rodrigues Facioli (UFPR), Carolina Parreiras (Universidade de São Paulo) Este GT fomenta reflexões sobre os desafios da pesquisa social envolvendo mídias e plataformas digitais, no campo das Ciências Sociais. Propomos discutir as implicações teórico-metodológicas do trabalho com dados digitais, incluindo possibilidades de investigação com uso de big data, etnografia digital, observações em rede, análise de redes e técnicas mistas, digital methods, além dos dilemas éticos envolvidos em pesquisas em/com ambientes digitais, tais como privacidade, consentimento e vigilância. Outro eixo é o exame das dinâmicas socioculturais mediadas pelas tecnologias digitais, como a formação de comunidades online, movimentos sociais digitais, disseminação de desinformação, plataformização e datificação e o impacto de ferramentas de inteligência artificial na produção e circulação de conteúdo. O GT também visa debater as desigualdades no ambiente digital, exclusão algorítmica, discurso de ódio e assimetrias de acesso, articulando perspectivas da Antropologia, da Sociologia e de áreas afins. Ao fomentar este diálogo, pretendemos consolidar redes de colaboração e refletir sobre abordagens teórico-metodológicas inovadoras para o estudo das mídias e plataformas digitais.

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33rd International Association for Feminist Economics (IAFFE) Annual Conference terá a participação de Catarina Morawska

Dias 20 a 21 de junho (virtualmente) e do dia 3 a 5 de julho (presencialmente na University of Amherst Massachusetts, USA) acontecerá a 33rd International Association for Feminist Economics (IAFFE) Annual Conference. A conferência abordará os seguintes tópicos: economia solidária e feminista: mercados de trabalho e emprego; macroeconomia feminista; economia do cuidado, trabalho não remunerado e uso do tempo; terra, agricultura e desenvolvimento rural; igualdade, pobreza e justiça; ideias LGBTQ+ e econômicas; crises climáticas e economia feminista; teoria econômica feminista; economia feminista, política, advocacy. Catarina Morawska, professora associada do Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de São Carlos (PPGAS/UFSCar),  coordenadora do Laboratório de Experimentações Etnográficas (LE-E) e integrante da RAfeCT, estará presente na conferência, apresentando um trabalho no painel  Gendering the Debt Crisis.  Saiba mais sobre no site da conferência. 

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Débora Allebrandt participa do II Colóquio da Rede Anthera com atividades sobre tecnologias e políticas reprodutivas

Durante os dias 23 a 25 de junho, Débora Allebrandt  irá participar do II Colóquio da Rede Anthera, a Rede Internacional de Pesquisa sobre Família e Parentesco. O encontro irá acontecer de forma exclusivamente em formato presencial, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). A pesquisadora estará presente nas seguintes atividades:   Mesa-redonda 1, 23/06 – 10 às 12h – Direitos sexuais e reprodutivos e maternidades – Anna Paula Uziel (UERJ) – Débora Allebrandt (UFAL) – Janaina Gentilli (REMA) – Martha Ramírez-Gálvez (UEL) – Sabrina Finamori (UFMG)   Simpósio temático: Gênero, gravidez e parto: tecnologias e políticas reprodutivas Coordenação: Débora Allebrandt (UFAL) e Stephania Klujzsa (UFF) Para mais informações sobre o evento e as atividades, confira a página do colóquio.

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Conheça a disciplina “Antropologia da ciência”, oferecida pela prof. Dra. Soraya Fleischer no PPGAS da UnB

Neste primeiro semestre letivo de 2025, de 24/03 até 02/07/2025, a professora doutora Soraya Fleischer oferece a disciplina “Antropologia da ciência”. Esta é uma disciplina oferecida pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) na Universidade de Brasília. Na turma, há estudantes do PPGAS, como de outros PPGs (Saúde Coletiva, Ciência Política, Estudos Latino-Americanos, Psicologia). As estudantes têm formação não apenas na Antropologia, mas na Educação, Terapia Ocupacional, Veterinária, Comunicação, Psicologia, por exemplo. Confira o programa completo da disciplina abaixo: Clique aqui para baixar o programa

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Publicación del libro “Aborto y misoprostol. Historia de una pastilla” de Natacha Mateo

Se publicó el libro “Aborto y misoprostol. Historia de una pastilla” (UNR Editora) de Natacha Mateo. El mismo surge a partir de la tesis doctoral de la autora y fue publicado tras haber sido distinguido con el primer premio en la Tercera Edición del concurso de la Asociación Argentina para la Investigación en Historia de las Mujeres y Estudios de Género (AAIHMEG). ¿De qué trata el libro? Cuando el misoprostol salió al mercado, en Estados Unidos durante la década de 1980, se indicó como protector gástrico, instalando como contraindicación su posible uso como una droga abortiva y, de esta forma, llegó a América Latina. Desde entonces, fueron miles de mujeres las que exploraron de qué maneras y en qué dosis de misoprostol podía interrumpir embarazos no deseados. De esas experiencias, en Argentina las mujeres construyeron saberes que fueron tomados como referencia por profesionales de la Salud y colectivos feministas que, aún en contexto de clandestinidad, desconocían en la mayoría de los casos cómo indicar el misoprostol para practicar abortos seguros. En este libro, Natacha Mateo reconstruye esa larga historia en la que mujeres, colectivos feministas, profesionales de la salud, farmacias, foros de venta, panfletos, fanzines, socorristas, militantes y efectores públicos fueron enlazando saberes que generaban al calor de la urgencia por interrumpir embarazos mientras avanzaba en la agenda pública el debate sobre el derecho a decidir de las personas con posibilidad de gestar. El libro reconstruye la trayectoria sociotécnica del misoprostol como droga abortiva, entramada desde siempre con la lucha de las mujeres por el aborto legal, seguro y gratuito en Argentina.

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Taller Teórico “Antropología e interseccionalidades”, por Dra. Luciene Dias (12 de junio – 3 de julio)

El magíster en Antropología Sociocultural (Facultad de Ciencias Sociales, Universidad de Chile) en el marco de su Seminario Permanente tiene el agrado de invitar al micro curso Taller Teórico “Antropología e interseccionalidades” dictado por Dra. Luciene Dias, profesora de la Universidade Federal de Goiás, Brasil. — Atividade parte do pós-doutorado de Dra. Luciene Diasem Antropologia Social na Universidad de Chile Para mais informações, escrever para: luciene_dias@ufg.br

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