Autor: RAFeCT

Eventos Acadêmicos, Lançamento de livro, RAFeCT, Todos - Atividades

RAFeCT na 35ª RBA! Confira a participação de nossas pesquisadoras na reunião

Faltam poucos dias para o início da 35ª RBA, que acontecerá entre os dias 13 a 17 de julho de 2026, na UFG, em Goiânia. Coisa boa para ver é o que não falta! Para ajudar nesta tarefa, fizemos um recorte da programação com trabalhos que contarão com a participação das pesquisadoras da RAFeCT. Recomendamos que, antes de ir às atividades, verifique se o horário e o local continuam o mesmo, acessando a programação completa no site do evento.   13/07 – Segunda-feira – 09:00 – 16:00    Sala 204 – Centro de Aulas Aroeira (CAA) Reunião da Rede Latinoamericana de Antropologia Feminista das Ciências e Tecnologias (RAFeCT)   14/07 – Terça-feira – 16:00 – 18:00    Sala 206 – Centro de Aulas Aroeira (CAA) MC 04 – Ética em pesquisa Carolina Parreiras (USP): Coordenação e Ministrante da Sessão 3 – Ética e etnografia digital     15/07 – Quarta-feira – 09:00 – 12:30     Anfiteatro ICB III – Instituto de Ciências Biológicas GT 021 – Antropologia digital: debates teóricos, metodológicos, éticos e políticos (sessão 01) Coordenação: Carolina Parreiras (USP) e Patricia Pereira Pavesi (UFES)   Sala 110 – Centro de Aulas Baru (CAB) GT 031 – Antropologia Feminista no Brasil: entre modos de fazer inventivos, saberes engajados e desafios políticos (sessão 01) Apresentação de trabalho de Clarissa Reche Nunes da Costa (UNICAMP): “Redes, feminismos e tecnociência: um panorama da experiência de consolidação da Rede Latinoamericana de Antropologia Feminista das Ciências e da Tecnologias (RAFeCT)”   Lauro Vasconcelos – Humanidades 1 GT 050 – Corpos em Ato: Performance, Ritual e Decolonialidade (sessão 01) Apresentação do trabalho de Mayara Amaral dos Santos (USP): “Escrevivências de mulheres negras faveladas”   CS-6 – Humanidades 1 GT 072 – Etnografias hospitalares (sessão 01) Coordenação: Soraya Fleischer (UNB) e Marcia Reis Longhi (UFPB)   Sala 207 – Centro de Aulas Aroeira (CAA) GT 079 – Gênero, gravidez e parto: tecnologias e políticas reprodutivas (sessão 01) Coordenação: Stephania Gonçalves Klujsza (UFF) e Débora Allebrandt (UFAL)    CS-1 – Humanidades 1 GT 109 – Regimes de conhecimentos indígenas: formas locais de conceitualizar e gerenciar “conhecimentos” e suas articulações com a escolarização e Ensino Superior (sessão 01) Apresentação de trabalho de Juana Valentina Nieto Moreno (UFSC, INCT Brasil Plural): “Força, menstruação e conhecimentos indígenas: reflexões a partir de um processo colaborativo de investigação-criação com o povo Murui da Amazônia colombiana”   15/07 – Quarta-feira – 18:00 – 20:00   Anfiteatro 1 – Instituto de Física SE 07: Desafios Éticos Para a Prática Antropológica Sessão 2 Participantes: Carolina Parreiras (USP), Maria Elvira Díaz Benítez (PPGAS/MN/UFRJ), Jacqueline Moraes Teixeira (USP) Pessoa debatedora: Maria Filomena Gregori (UNICAMP)   15/07 – Quarta-feira – 20:00 – 21:00     Tenda Baobá – Lançamento de Livros   LL 50 – Misturas: histórias de pesquisas sobre o vírus Zika Organização: Thais Valim e Soraya Fleischer   LL 51 – Modos de fazer e contar no Labirinto: Metodologias in(ter)disciplinares, feministas e criativas Organização: Daniela Tonelli Manica; Clarissa Reche Nunes da Costa; Fernando Monteiro Camargo   LL 61 – Precursoras da Antropologia Visual: Mulheres em campo Organização: Fabiene Gama, Débora Wobeto e Luisa Pitanga   LL 64 – Racismo e saúde: perspectivas antropológicas contemporâneas Organização: Rosana Castro e Ana Cláudia Rodrigues    16/07 – Quinta-feira – 09:00 – 12:30    Sala 231 – Instituto de Física GT 017 – Antropologia das ciências, tecnologias e outras ancestralidades (sessão 02) Apresentação do trabalho de Hellen Caetano (UFAL): “Distinções regulatórias e a produção sociotécnica da Cannabis como uma tecnologia de saúde no Brasil”    Anfiteatro ICB III – Instituto de Ciências Biológicas GT 021 – Antropologia digital: debates teóricos, metodológicos, éticos e políticos (sessão 02) Coordenação: Carolina Parreiras (USP) e Patricia Pereira Pavesi (UFES) Apresentação do trabalho de Carolina Parreiras (USP): “A efemeridade como forma relacional: os status do WhatsApp e a lógica da plataformização”   Sala 310 – Centro de Aulas Baru (CAB) GT 026 – Antropologia dos/nos Gerais (sessão 1) Apresentação de trabalho de Mayra Nascimento Fonseca (UnB): “Matronas ” “cerradeiras”: como as raizeiras do Cerrado constroem “relacionalidade”   CS-6 – Humanidades 1 GT 072 – Etnografias hospitalares (sessão 02) Coordenação: Soraya Fleischer (UNB) e Marcia Reis Longhi (UFPB)   Sala 207 – Centro de Aulas Aroeira (CAA) GT 079 – Gênero, gravidez e parto: tecnologias e políticas reprodutivas (sessão 02) Coordenação: Stephania Gonçalves Klujsza (UFF) e Débora Allebrandt (UFAL)    Auditório IQ1 – Instituto de Química GT 111 – Som, música e eventos: experimentações etnográficas (sessão 02) Apresentação do trabalho de Daniela Manica e Maria Sol Anigstein: “Áudio e sensorialidades: (im)possibilidades de expressão em podcasts”   16/07 – Quinta-feira – 14:00 – 16:00     Sala 202 – Centro de Aulas Aroeira (CAA) MR 04 – A arte de persistir: desafios epistêmicos e políticos para antropologias feministas no campo dos estudos de ciência e tecnologia Coordenação: Daniela Tonelli Manica (UNICAMP) Debate: Clarissa Reche Nunes da Costa (UNICAMP) Participantes: Andrea Moraes Alves (UFRJ), Ana Manoela Primo dos Santos Soares (UFPA), Luciene de Oliveira Dias (UFG)    Sala 109 – Centro de Aulas Aroeira (CAA) MR 49 – Interseções entre antropologia da saúde, gênero e justiça reprodutiva Coordenação: Débora Allebrandt (UFAL) Debate: Raquel Lustosa da Costa Alves (UFPE) Participantes: Elaine Reis Brandão (UFRJ), Stephania Gonçalves Klujsza (UFF), Thiago da Silva Santana (UFSC)   Sala 301 – Centro de Aulas Aroeira (CAA) MR 66 – Precisamos falar sobre o diário de campo Coordenação: Soraya Fleischer (UNB) Debate: Claudia Fonseca (UFRGS) Participantes: Alinne de Lima Bonetti (UFSC), Ana Clara Sousa Damásio dos Santos (UNB), Anne Line Dalsgård (Aarhus Universidade, Dinamarca)   16/07 – Quinta-feira – 18:00 – 20:00   Auditório IQ1 – Instituto de Química SE: Fazer e comunicar antropologia em tempos de plataformas e digitalização  Sessão 3 Participantes: Ana Clara Sousa Damásio dos Santos (UNB), Irene do Planalto Chemin (UNICAMP), Ramon Pereira dos Reis (UEPA), Daniela Tonelli Manica (UNICAMP), Thais Farias Lassali (GEICT)    17/07 – Sexta-feira – 09:00 – 12:30     Anfiteatro ICB III – Instituto de Ciências Biológicas GT 021 – Antropologia digital: debates teóricos, metodológicos,

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Boletim Mensal, Todos - Atividades

Boletim RAFeCT – Junho de 2026

19 jun 2026 Hospital como laboratório: pesquisa etnográfica discute a formação médica na América Latina 18 jun 2026 Já está disponível o dossiê “Inteligência artificial em perspectiva crítica: contribuições antropológicas e imaginários tecnológicos” 17 jun 2026 Deficiência, gênero e cuidado: nas margens do Estado 09 jun 2026 Fabíola Rohden defende titurdade com tese “Hormônios e bisturis: promessas e armadilhas da perfeição” dia 10/06 08 jun 2026 [Até 30/06] Inscrições abertas para o 1º Encontro da RAFeCT na 35ª RBA | Porque tecemos redes? Conversando sobre trabalho e cuidado 04 jun 2026 ¡Escucha Mundaréu en Chile! 03 jun 2026 O barramento dos rios e a fragmentação das finanças 27 maio 2026 Porque Tecemos Redes? Mapeando o Território Comum da Antropologia Feminista das Ciencias e Tecnologias Latinoamericana 25 maio 2026 Arquivo Lésbico e suas Grafias – relato de uma fabulação artística-antropológica

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Eventos Acadêmicos, Todos - Atividades

Hospital como laboratório: pesquisa etnográfica discute a formação médica na América Latina

Já está disponível o registro do conversatório internacional “El hospital es un gran laboratorio: Notas antropológicas sobre prácticas de enseñanza en un hospital universitario”, realizado pela Escola de Saúde Pública da Universidade do Chile em colaboração com a Universidade de Brasília. Confira a reportagem completa e o link para o registro do encontro no portal da Universidade do Chile: https://saludpublica.uchile.cl/noticias/241347/miradas-criticas-desde-las-ciencias-sociales-en-el-quehacer-biomedico O encontro reuniu pesquisadoras e pesquisadores interessados em refletir sobre os hospitais universitários como espaços de formação, aprendizagem e produção de conhecimento, discutindo os desafios éticos, afetivos e institucionais que atravessam a educação em saúde na América Latina. A conferência principal foi ministrada pela antropóloga Soraya Fleischer (Universidade de Brasília), que apresentou resultados preliminares de uma pesquisa etnográfica iniciada em 2025 sobre práticas de ensino em um hospital universitário brasileiro. Com base em entrevistas com ex-diretores da instituição e observações participantes em setores como maternidade e patologia, a pesquisa propõe pensar o hospital como um grande laboratório, onde estudantes aprendem por meio da experiência cotidiana, do engajamento corporal e das relações estabelecidas no trabalho em saúde. O debate também contou com a participação de Daniela Tonelli Manica (Unicamp), que chamou atenção para os dilemas éticos envolvidos no uso dos corpos de pacientes dos sistemas públicos para fins de ensino e pesquisa. Outras intervenções abordaram as transformações recentes na formação médica, os impactos da precarização e das mudanças nos modelos de financiamento da saúde e da educação superior, além das dimensões afetivas que marcam a construção das trajetórias profissionais na biomedicina. Ao aproximar antropologia, saúde pública e educação médica, o evento evidenciou como os processos de formação em saúde ultrapassam os espaços formais de ensino e envolvem experiências sensoriais, relações de poder, afetos e formas específicas de habitar os ambientes hospitalares.     Créditos da imagem: reportagem no portal da Universidade do Chile

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Publicação, Todos - Atividades

Já está disponível o dossiê “Inteligência artificial em perspectiva crítica: contribuições antropológicas e imaginários tecnológicos”

Em um momento em que ferramentas de inteligência artificial se tornam cada vez mais presentes na educação, no trabalho, na produção de imagens, na comunicação e nas redes sociais, acaba de ser publicado o dossiê “Inteligência artificial em perspectiva crítica: contribuições antropológicas e imaginários tecnológicos”, na revista GIS – Gesto, Imagem e Som. O dossiê completo já está disponível para leitura, confira no site da revista: https://revistas.usp.br/gis/pt_BR   Organizado por Carolina Parreiras, o dossiê reúne pesquisadoras e pesquisadores de diferentes áreas para refletir sobre os significados sociais, políticos e éticos da inteligência artificial, propondo abordagens que vão além das narrativas que a apresentam como solução para todos os problemas ou como ameaça inevitável. Os artigos exploram temas como reconhecimento facial, racismo algorítmico, produção de conhecimento em ambientes digitais, inteligência artificial na educação, fotojornalismo, criatividade artística e usos de IA em contextos de terapia e apoio psicológico. Em comum, os textos buscam compreender como essas tecnologias são produzidas, quais interesses mobilizam e de que maneira participam da reprodução ou contestação de desigualdades sociais. Entre os trabalhos reunidos estão análises sobre os impactos éticos das tecnologias de reconhecimento facial, investigações sobre discriminação algorítmica nas redes sociais, reflexões metodológicas sobre big data e etnografia digital, além de discussões sobre autoria, criatividade e produção de imagens em tempos de IA generativa. O dossiê conta com os seguintes trabalhos: Inteligência artificial em perspectiva crítica: contribuições antropológicas e imaginários tecnológicos, por Carolina Parreiras Reconhecimento sob suspeita: colaboração entre antropologia e ciência da computação na crítica ética ao reconhecimento facial, por Marisol Marini, Nina da Hora e Sandra Avila Big data vs. thick data: eis a questão? Para uma ecologia das práticas digitais, por Laure Garrabé e Maria Fernanda Viana Fotojornalismo pós-indicial, desafios e tendências, por Ivan da Costa Alecrim Neto e Carolina Dantas de Figueiredo Estética da repetição: inteligência artificial, surrealismo e algoritmos, por Adriana Nunes Souza Desigualdade no digital: o racismo algorítmico no contexto de mães adolescentes no Instagram, por Thais Cristina de Souza Silva, Amanda Silva Teixeira, Cristiane da Silva Cabral e Luisa Brito de Oliveira Mais do que perguntar se a inteligência artificial é boa ou ruim, o dossiê convida a pensar criticamente os imaginários tecnológicos que orientam seu desenvolvimento e os efeitos concretos dessas tecnologias na vida cotidiana

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Defesas, Todos - Atividades

Fabíola Rohden defende titularidade com tese “Hormônios e bisturis: promessas e armadilhas da perfeição” dia 10/06

No dia 10 de junho, quarta-feira, às 9h30, de forma híbrida, acontecerá a defesa de titularidade de Fabíola Rohden com a tese “Hormônios e bisturis: promessas e armadilhas da perfeição”. A defesa será na Sala Enrique Padrós (IFCH, UFRGS), e online no link: https://mconf.ufrgs.br/webconf/promocao-titular-antropologia-ufrgs-profa-fabiola-rohden Resumo: O trabalho analisa transformações corporais-subjetivas, por meio de cirurgias estéticas e uso de hormônios, que têm se tornado cada vez mais comuns entre mulheres cisgênero. A investigação envolveu diversas estratégias metodológicas, com ênfase na análise das redes sociais, literatura médica especializada, documentos oficiais e sites institucionais, material de imprensa, entrevistas com médicos/as e com mulheres interessadas nas práticas citadas, observação em congressos médicos, dentre outras. Em especial, destaca-se, por um lado, a cirurgia estética íntima, procedimento realizado nas genitálias de mulheres por cirurgiões/ãs plásticos/as, por meio dos bisturis. Por outro, o uso da testosterona para aumentar o desejo sexual em mulheres, empreendido por médicos/as de diferentes especialidades, mas com destaque para o envolvimento de ginecologistas e endocrinologistas. Cada uma destas práticas está ancorada em uma longa história de desenvolvimento de técnicas e produção de conhecimento específico, elaboração de diagnósticos e disponibilização de recursos clínicos. Nos dois casos, a busca por uma adequação corporal pode ser compreendida como expressão das escolhas ou da agência das mulheres que assumem esses projetos. Contudo, estas práticas também revelam como as normas sociais estão sendo reatualizadas nesses contextos. Nesta direção, as intervenções são analisadas considerando dois eixos centrais. O primeiro se refere à busca pelo aprimoramento de si promovida insistentemente no contexto contemporâneo. O segundo diz respeito à substancialização da diferença de gênero. Se pela lógica do aprimoramento é possível o investimento em recursos de transformação corporal que modificam um corpo original, supostamente ampliando suas capacidades, melhorando performances, acentuando características; pela lógica da substancialização da norma de gênero, isso precisa estar circunscrito a limites muitos bem definidos de masculinidade e feminilidade.

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[Até 30/06] Inscrições abertas para o 1º Encontro da RAFeCT na 35ª RBA | Porque tecemos redes? Conversando sobre trabalho e cuidado

É com muita alegria que a Rede Latinoamericana de Antropologia Feminista das Ciências e Tecnologias (RAFeCT) convida suas integrantes e pessoas interessadas para o seu primeiro encontro presencial. Como parte da programação prévia da 35ª Reunião Brasileira de Antropologia (RBA), nos encontraremos no dia 13 de julho de 2026, das 9h às 16h, na Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia. “Porque tecemos redes? Conversando sobre trabalho e cuidado” é o tema que orientará nosso encontro, pensado como um espaço de escuta, troca e construção coletiva. Ao longo do dia, vamos compartilhar experiências, levantar demandas comuns e refletir sobre os desafios e as possibilidades de produzir conhecimento, comunicação e política científica a partir de perspectivas feministas, interseccionais e decoloniais. A programação contará com uma roda de apresentação e café compartilhado, uma dinâmica dedicada ao cuidado coletivo e ao mapeamento das necessidades da rede, além de uma oficina de comunicação e política científica feminista, em que construiremos, de forma colaborativa, intervenções, materiais e estratégias para fortalecer nossa presença pública. Nosso objetivo é consolidar a RAFeCT como um espaço de apoio mútuo, produção de conhecimento situado e articulação política, ampliando a colaboração entre pesquisadoras, estudantes e iniciativas comprometidas com a transformação das ciências e das tecnologias. Inscrições abertas até 30 de junho, pelo formulário:  https://forms.gle/pqaw7VL8X6nKEhW46 Em caso de dúvidas, escreva para: rede.rafect@gmail.com  

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Antropologia, Podcast, Todos - Atividades

¡Escucha Mundaréu en Chile!

Se a gente fosse traduzir Mundaréu para o espanhol, seria algo como “un montón”, muitas coisas, muita gente, um coletivo. Um grande mundo de possibilidades, de histórias para contar a partir de nossas próprias vozes, sotaque e emoções. O Mundaréu nasceu da percepção que poucas pessoas fora da universidade sabem o que antropólogas e cientistas sociais fazem. Nos últimos anos, nosso projeto se dedicou a conhecer pesquisadoras e pesquisas de mulheres na América Latina. Nossos episódios já te levaram do norte ao sul do país, para Argentina, para a Colômbia… E agora o Mundaréu chegou no Chile! Toda quarta-feira no mês de junho, o Mundaréu vai te apresentar uma pesquisadora que está fazendo ciências sociais de uma forma criativa e com uma perspectiva feminista. Modos de pesquisa que favorecem a vida, valorizam as experiências e a perseverança das mulheres no âmbito acadêmico e em seus territórios.  A antropóloga Daniela Manica, pesquisadora da Unicamp e coordenadora do Mundaréu, está finalizando sua pesquisa no Chile, “Metodologias experimentais e perspectivas feministas latinoamericanas: contando outras histórias”  (FAPESP, Processo: 24/21045-7) junto da antropóloga María Sol Anigstein, professora da Universidad de Chile. A nova série “Mundaréu en Chile” é resultado dessa pesquisa.   A Dani e a Sol serão nossas guias nessa viagem sonora, começando na Universidade Central de Chile, em Santiago, em um lançamento de um livro do projeto  “Mujeres y Academia”. Esse livro é parte de uma investigação minuciosa com alcance internacional, com diversas cientistas sociais latinoamericanas, que foram entrevistadas sobre suas experiências de formação e  de inserção no trabalho acadêmico. A gente vai ouvir as pesquisadoras/es Menara Guizardi, Carolina Stefoni, Herminia González Torralbo, Esteban Nazal Moreno, Natalia Marroquín Sánchez e Eleonora López Contreras. O foco de análise dessa equipe é nas dinâmicas de poder, que fazem com que as experiências de mulheres no ambiente acadêmico sejam muitas vezes adversas.  Depois, a gente chega em Chiloé, um arquipélago na região sul chilena. Para ouvir a Sol, pesquisadora responsável e Anabel Sepúlveda Matus, assistente de pesquisa, sobre o tema dos cuidados humanos e mais que humanos em contexto de extração. Ainda em Chiloé, vamos conversar com a liderança indígena huilliche Íngrid Echeverría Huequelef sobre mulheres navegantes.  No quarto e último episódio, somos convidadas a caminhar pela região de Arica e Parinacota, a região mais ao norte do Chile, na fronteira com Perú e Bolívia. Vamos acompanhar  a Andrea Chamorro e a Doris Aguilera que vão nos contar sobre ativação do território. Escute a série “Mundaréu en Chile”! Em junho, no site do Podcast Mundaréu ou no seu tocador favorito! Hasta entonces.      Si tuviéramos que traducir “Mundaréu” al español, sería algo así como “un montón”: muchas cosas, mucha gente, un colectivo. Un gran mundo de posibilidades, de historias que contar desde nuestras propias voces, acentos y emociones. Mundaréu nació de la percepción de que pocas personas fuera de la universidad saben lo que hacen las antropólogas y las científicas sociales. En los últimos años, nuestro proyecto se ha dedicado a conocer a investigadoras y sus investigaciones en América Latina. Nuestros episodios ya te han llevado del norte al sur de Brasil, a Argentina, a Colômbia… ¡Y ahora Mundaréu ha llegado a Chile! A cada miércoles de junio, Mundaréu te presentará a una investigadora que está haciendo ciencias sociales de manera creativa y con una perspectiva feminista. Formas de investigación que favorecen la vida, valorizan las experiencias y la perseverancia de las mujeres en el ámbito académico y en sus territorios.  La antropóloga Daniela Manica, investigadora de la Unicamp y coordinadora de Mundaréu, se encuentra finalizando la investigación “Metodologías experimentales y perspectivas feministas latinoamericanas: contando otras historias’ (FAPESP, Expediente: 24/21045-7) junto a la antropóloga María Sol Anigstein, profesora de la Universidad de Chile. La nueva serie “Mundaréu en Chile” es el resultado de esta investigación. Dani y Sol serán nuestras guías en este viaje sonoro, que comenzará en la Universidad Central de Chile, en Santiago, con la presentación de un libro del proyecto “Mujeres y Academia”. Este libro forma parte de una minuciosa investigación de alcance internacional, en la que participaron diversas científicas sociales latinoamericanas, a quienes se entrevistó sobre sus experiencias de formación y de inserción en el ámbito académico. Escucharemos a las investigadoras Menara Guizardi, Carolina Stefoni, Herminia González Torralbo, Esteban Nazal Moreno, Natalia Marroquín Sánchez y Eleonora López Contreras. El enfoque de análisis de este equipo se centra en las dinámicas de poder, que hacen que las experiencias de las mujeres en el ámbito académico sean a menudo adversas.  Luego, llegamos a Chiloé, un archipiélago en la región sur de Chile. Para escuchar a Sol, investigadora responsable, y Anabel Sepúlveda Matus, asistente de investigación, sobre el tema de los cuidados humanos y más que humanos en contexto de extracción. Aún en Chiloé, conversaremos con la líder indígena huilliche Íngrid Echeverría Huequelef sobre las mujeres navegantes.  En el cuarto y último episodio, nos invitan a recorrer la región de Arica y Parinacota, la región más septentrional de Chile, en la frontera con Perú y Bolivia. Acompañaremos a Andrea Chamorro y Doris Aguilera, quienes nos hablarán sobre la activación del territorio. ¡Escucha la serie “Mundaréu en Chile”! En junio, en la página web del Podcast Mundaréu:  https://mundareu.labjor.unicamp.br/, o en tu reproductor favorito. Hasta entonces.      Descrição da imagem em destaque: Divulgação “Mundaréu en Chile”, elaborado por Fernanda Mariath e Clarissa Reche, 2025 Press-release enviado pela equipe do Podcast Mundaréu.

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Lançamento de livro, Todos - Atividades

Convite, 15/07 na RBA: lançamento da coletânea “Precursoras da Antropologia Visual: Mulheres em campo”

Coletânea “Precursoras da Antropologia Visual: Mulheres em campo”, organizada pela Profa. Dra. Fabiene Gama (PPGAS/UFRGS), pela Dra. Débora Wobeto (PPGAS/UFRGS) e pela Me. Luisa Pitanga (PPGAS/UFRGS), será lançada dia 15 de julho, em formato presencial, no âmbito da 35ª Reunião Brasileira de Antropologia, que ocorrerá no Campus Samambaia da Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia/GO.   O livro reúne contribuições de pesquisadoras que analisam a trajetória e produção imagética de caráter etnográfico de mulheres que viajaram pelo país no início do século XX. Esta coletânea é fruto de pesquisas de docentes e estudantes de graduação e pós-graduação vinculadas a universidades no Brasil e no exterior. Os trabalhos foram reunidos no âmbito do projeto Antropologia, Fotografia e Patrimônio Imaterial no Brasil: uma perspectiva de gênero, coordenado por Fabiene Gama na UFRGS e financiado pela FAPERGS. O projeto mapeia, sistematiza e analisa contribuições de mulheres ao campo da Antropologia Visual no país no período anterior a sua institucionalização. Além disso, fomenta e estimula os debates sobre os impactos do gênero na produção científica realizada por mulheres.   Para mais informações sobre o livro, escrever para: deborawobeto@gmail.com Saiba mais no site da RBA: https://www.35rba.abant.org.br/site/capa

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Até 26/05: GT na ANPOCS acolhe pesquisas sobre mídias e plataformas digitais

Estão abertas até 26/05 as incrições de trabalhos nos GTs da ANPOCS, que acontecerá de 30 de setembro a 9 de outubro de 2026 na Unicamp, em Campinas.   Lara Roberta Rodrigues Facioli (UFPR) e Carolina Parreiras (Universidade de São Paulo), coordenadoras do “GT61 – Pesquisa social com mídias e plataformas digitais: desafios teóricos, éticos e metodológicos”, convidam pesquisadoras e pesquisadores a submeterem seus trabalhos. O GT fomenta reflexões sobre os desafios da pesquisa social envolvendo mídias e plataformas digitais, no campo das Ciências Sociais. Propomos discutir as implicações teórico-metodológicas do trabalho com dados digitais, incluindo possibilidades de investigação com uso de big data, etnografia digital, observações em rede, análise de redes e técnicas mistas, digital methods, além dos dilemas éticos envolvidos em pesquisas em/com ambientes digitais, tais como privacidade, consentimento e vigilância. Outro eixo é o exame das dinâmicas socioculturais mediadas pelas tecnologias digitais, como a formação de comunidades online, movimentos sociais digitais, disseminação de desinformação, plataformização e datificação e o impacto de ferramentas de inteligência artificial na produção e circulação de conteúdo. O GT também visa debater as desigualdades no ambiente digital, exclusão algorítmica, discurso de ódio e assimetrias de acesso, articulando perspectivas da Antropologia, da Sociologia e de áreas afins. Ao fomentar este diálogo, pretendemos consolidar redes de colaboração e refletir sobre abordagens teórico-metodológicas inovadoras para o estudo das mídias e plataformas digitais.   Faça sua inscrição clicando aqui.

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Curso, Todos - Atividades

Inscrições abertas: seminário sobre ciência, tecnologia e gênero na Universidad Nacional de Mar del Plata (Argentina)

Seminário internacional discute ciência, tecnologia e gênero a partir de perspectivas feministas e latino-americanas Está sendo oferecido o seminário de pós-graduação “Ciencia, tecnologías y género: aproximaciones desde la historia y los estudios CTS para pensar la medicina”, organizado pela Universidad Nacional de Mar del Plata (Argentina). A atividade reúne pesquisadoras da Argentina e do Brasil, incluindo docentes vinculadas à Unicamp, fortalecendo o diálogo regional em torno dos Estudos Sociais da Ciência e Tecnologia (CTS) com enfoque de gênero. Com carga horária de 36 horas, o seminário será realizado entre os dias 26, 27 e 28 de maio e 2, 3 e 4 de junho, em modalidade presencial com participação virtual síncrona de convidadas internacionais. A proposta é oferecer um espaço de debate crítico sobre a produção de conhecimentos científicos e tecnológicos, questionando sua pretensa neutralidade e explorando suas relações com gênero, poder e colonialidade. Voltado a estudantes de pós-graduação das áreas de humanidades e ciências sociais, o curso aborda temas como epistemologias feministas, tecnofeminismo, construção histórica da diferença sexual, tecnologias biomédicas e ativismos trans e intersexo. A partir de estudos de caso — como hormônios, contraceptivos e o uso do misoprostol na América Latina —, o seminário busca evidenciar como ciência e tecnologia são coproduzidas em contextos sociais marcados por desigualdades de gênero, raça e classe. A proposta reafirma o compromisso com uma ciência situada, crítica e socialmente implicada, incentivando participantes a incorporar perspectivas feministas e descoloniais em seus próprios projetos de pesquisa.   Programa: https://drive.google.com/file/d/1gxVLtVyHt2RDKPYymVI8S11kMITxBgBI/view Inscrição: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdF5rI6IzcspUJbwvqNoLRYWGFu95SQn9BdA_-256r5TBgXPw/viewform   Organizado por Grupo de Estudios sobre Familia, Género y Subjetividades https://www.instagram.com/grupogenerounmdp/

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